06 setembro 2012

Resenha: Como (quase) namorei Robert Pattinson


Nome Original: Como (quase) namorei Robert Pattinson

Autora: Carol Sabar

Editora: Jangada

Número de Páginas: 464

ISBN: 9788564850019

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Sinopse: Aos 19 anos, Duda é literalmente viciada na saga Crepúsculo. Já perdeu a conta de quantas vezes leu os livros da série e assistiu aos filmes. Através de um perfil secreto na internet, ela se comunica com outras fãs do Crepúsculo que, assim como ela, estão totalmente convencidas de que não há garoto no mundo que valha um dente canino do vampiro Edward Cullen. Sua obsessão ganha fôlego com uma temporada de estudos em Nova York, onde ela faz planos mirabolantes para conhecer pessoalmente Robert Pattinson, o ator que interpreta o vampiro nos cinemas. Mas, após um incidente com seus únicos (e insubstituíveis!) livros da saga, Duda entra em verdadeiro surto de desespero. Percebe, então, que uma mudança radical em seu comportamento “crepuscólico” é mais do que urgente. O que ela não esperava era conhecer Miguel Defilippo, seu vizinho na ilha de Manhattan, que é a cara do ator Robert Pattinson! Apaixonante, lindo, rico, misterioso e ambíguo, Miguel acaba se tornando um desejo mais inacessível para Duda do que o próprio astro de Hollywood. Uma história cheia de humor, aventuras e reviravoltas, para você chorar de rir!

Gente, que delícia mais deliciosa este livro! Há algum tempo estou louca de vontade de lê-lo, mas, infelizmente, nunca tinha a oportunidade. Até que em um belo dia, descubro que minha solicitação a editora Pensamento, parceira do blog, foi aceita e que o livro seria enviado para mim, vocês imaginam a ansiedade que fiquei? Li tantas resenhas positivas que eu praticamente gritei de felicidade quando o carteiro bateu a minha porta. Então, vocês imaginariam: Ela devorou o livro assim que ele chegou. Er... não foi bem assim, antes de iniciá-lo eu estava  com medo de me decepcionar, de ser do contra – como sempre – mas, felizmente, isso não aconteceu e eu me apaixonei perdidamente pela trama que a diva Carol Sabar criou.

Eduarda Maria Carraro, é uma jovem que simplesmente ama de paixão a saga crepúsculo – nem preciso dizer que me identifiquei, né? – e toda essa paixão fez com que o livro ficasse bem engraçado já que, os pensamentos envolvendo Robert Pattinson logo no primeiro capítulo, me fizeram ter cólicas de tanto dar risada. Devo dizer que simpatizei com a personagem desde o princípio – Ouço um coro de aleluia? – por ser tão cabeça de vento Duda se tornou a personagem mais engraçada que já tive o prazer de ler. Os pensamentos dela, as vezes, são tão insanos, tão sem noção que não há como não sorrir.

“Por exemplo, a boca aberta de Lisa, juntamente com os olhos semicerrados, teria algo a ver com, sei lá, constrangimento? E, por um breve instante (realmente breve, graças a Deus), sinto-me como uma cantora famosa sob o efeito de comprimidos para labirintite depois de errar absurdamente a letra do Hino Nacional Brasileiro na frente de uma plateia enorme, que não teve coragem de admitir publicamente que a troca de palavras ficou até bastante formosa: em vez de ‘és belo, és forte, impávido colosso’, ficou “és belo, és forte, és risonho e límpido’ (olhe que gracinha).”

Pág. 162

Bom, eu adoro sorrir durante as minhas leituras, então não poderia estar mais contente com esta. Mas, apesar de ser hilário, este livro não me conquistou apenas por ser cômico, na verdade ele me conquistou por ser extremamente fofo. Sim, a relação de Miguel – o clone de Robert Pattinsson – e Duda, apesar de estranha, dá um toque de romantismo que eu não poderia ficar sem. Miguel é um cara misterioso que some de repente, mas, que quando está por perto faz você esquecer tudo a sua volta, juro que me senti completamente apaixonada por ele assim como Duda, o modo como ela a tratava, as coisas que falava – Ah! Ah! – me conquistaram tanto quanto a ela.

“Ele para a centímetros de mim, inclina-se para apoiar as duas mãos na bancada, uma de cada lado de meu corpo, prendendo-me no meio, o rosto perfeito perto demais... Fico ali, presa, completamente estarrecida com meus joelhos de esponja e meu coração a uma pulsação do colapso quando Miguel ainda encurta a distância entre seus braços, encontrando os meus pela lateral. Ele sussurra meu nome e molha os lábios. E parece se preparar para dizer mais alguma coisa, meio hesitante e com os olhos semicerrados.”

Pág. 210

Outra coisa que me agradou bastante foi à ida de Duda a NY. Mais uma vez em minhas resenhas digo a vocês o quanto eu adoraria poder visitar tudo, e poder comprovar com meus próprios olhos tudo o que ela falou, e ainda ter a oportunidade de treinar meu inglês, coisa que sempre quis. Além disso, o fato dela passar uma temporada em Nova York apenas com suas amigas, e morar do lado de um homem como Miguel Defilippo é demais pra mim, muita sorte minha gente!

Ainda, temos Pablo – Ah! Ah! – o melhor amigo que todas queremos. Confesso que pela primeira vez fiquei em dúvida em um triângulo amoroso, Pablo é um cara muito gente fina – e ainda é Espanhol minha gente, E-S-P-A-N-H-O-L! – que, obviamente, se apaixona pela Duda, mas, que não consegue fazer com que ela sinta o mesmo, eu fiquei muito triste por ele, porque por ser um personagem tão lindo, merecia um final feliz com alguém que o amasse.

“ – Não se meta nisso – ameaça Pablo, as narinas infladas. – Duda é a pessoa mais divertida que conheci na vida. A garota mais sensível, mais encantadora. Tem uma mente incrível, totalmente fora dos padrões triviais. Ela comete erros? Às vezes é impulsiva, mete os pés pelas mãos e é sentimentalmente confusa? É claro que sim! Sabe por quê? Porque é jovem! Todos somos jovens aqui e vivemos tropeçando em nossos erros, arrastando conflitos pela vida. – Pablo se vira para mim, os olhos negros quentes e emocionados. – Eu gosto da Duda exatamente do jeito que ela é.”

Pág. 322-323

Além de tudo isso, temos uma estória muito bem desenvolvida. Não consegui largar o livro até virar a última página, o desejo de saber o que viria a seguir, o que Duda inventaria, qual seria a próxima loucura foi maior que tudo. Carol tem um talento nato que me orgulha imensamente por ela ser brasileira, e este um livro nacional, e digo com muita alegria que este vale muito a pena.

“Ah! Ah!

Como eu me detesto...”
(Gente, essa frase pode ser encontrada em quase todo o livro – e eu ri muito dela – então nem vou colocar a página).

Enfim, eu adorei este livro com todas as forças e ele, inclusive, se tornou meu favorito. Sei que a resenha ficou meio estranha, mas é a emoção gente. Bem, só espero que se tiverem a chance leiam este livro, porque é muito bom e vale muito a pena. Obrigada a editora pensamento por ter enviado o livro.



Beijos
Danzinha

4 comentários:

  1. ahhh!!! Eu quero ler!!!!


    Convido-a para seguir e comentar:
    http://eternamente-princesa.blogspot.com.br/

    Bjs

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  2. Amei a resenha, foi muito calorosa. Fiquei com vontade de ler tbm, adoro resenhas que te incitam a ler. Parabéns! eu tbm gosto bastante de dar gargalhadas durante a leitura, isso torna sem dúvida a leitura mais agradável.

    Obrigado pela visita em meu cantinho e volte sempre que quiser.

    Seu blog é super fofo!
    kisses♥

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  3. Oi Dan!
    O livro é mesmo hilário e super bem conduzido! Eu adorei!!
    Eu não fiquei em dúvida não, #TeamMiguel com certeza! Hahaha...Mas o Pablo é um fofo!
    E não tem como não ficar doida pra ir pra NY né?
    Beijão!

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  4. Nossa, favorito? *.* Parece ser muito divertido mesmo, confesso que estava em dúvida mas agora acho que é quase certo que irei gostar. Adoro narrativas repletas de humor, personagens cômicas e atrapalhadas, ainda com o plus dela ser a minha xará! hahaha Nunca encontro nenhuma protagonista com o meu nome, então achei o máximo isso.
    Beeijos!!

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Obrigada pela visita, o mais rápido possível estaremos retribuindo.

 

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